Plataforma de atendimento trabalha com quem manda mensagem. A base que parou de comprar, o carrinho abandonado ontem e o cliente que disse "volto mês que vem" continuam esperando alguém lembrar deles.
A lista abaixo não é hipótese. É o que uma rede de óticas nos apresentou depois de pagar por duas ferramentas ao mesmo tempo e continuar com o problema na mão.
Se a mensagem não entrou, nada acontece. Quem não voltou sozinho não volta.
Multifocal, antirreflexo, grau, garantia. O robô genérico responde com o texto do site.
Não sabe o horário livre na agenda, o estoque real nem o histórico daquele cliente.
Ele avisa que vai ao médico dia 30. No dia 30, ninguém volta a falar com ele.
Todo mundo entra na mesma fila, e quem estava pronto para comprar espera junto.
Milhares de contatos que já compraram, sem ninguém para segmentar e chamar de volta.
Atender é receber. Vender é procurar. As duas usam o mesmo canal e o mesmo histórico, então separá-las em ferramentas diferentes só cria trabalho para alguém amarrar depois.
Responde no WhatsApp em tempo real, a qualquer hora, sem fila.
Entende a dúvida com o vocabulário do seu setor, não com texto genérico.
Consulta agenda, estoque e histórico no seu sistema antes de responder.
Agenda, confirma e lembra, reduzindo falta e remarcação.
Separa quem está pronto para comprar de quem só tirou dúvida.
Chama uma pessoa quando o caso exige decisão humana.
Recupera carrinho abandonado, boleto não pago e Pix que não caiu.
Volta na data que o próprio cliente marcou na conversa.
Trabalha a base parada por segmento, e não com disparo igual para todos.
Avisa na hora da recompra, calculando quando o produto acaba.
Oferece o complemento certo, com base no que a pessoa já levou.
Registra tudo no funil, para o time comercial ver o que aconteceu.
Depois voltou para elogiar a Letícia, que é o nome da inteligência que responde no WhatsApp de lá. Ela agenda bateria, manda lembrete e conversa com a base.
Esse é o contrário do medo que quase todo mundo tem antes de começar. A preocupação costuma ser que o robô afaste o cliente, e o que aparece na operação é que o cliente prefere ser atendido na hora, com resposta certa, a qualquer hora do dia.
A diferença entre uma resposta útil e uma resposta genérica está em conhecer o produto, a regra e o jeito de falar de quem compra ali.
Numa ótica, a diferença entre multifocal e bifocal, o que a receita permite e o prazo de cada lente.
Numa clínica, qual sintoma vai para qual especialidade e qual agenda aceita aquele convênio.
Num kartódromo, quanto dura uma bateria, o que muda no fim de semana e como funciona a fila.
Do seu sistema, consultado na hora. Agenda, estoque, pedido, histórico de compra e status de entrega.
Sem isso, a conversa vira promessa: o robô diz que vai verificar, e alguém do time verifica depois.
Construímos a ponte com o que você já usa, inclusive quando o sistema é próprio e não tem integração pronta.
Não é política para todos os casos, e depende do desenho. Mas é o modelo que existe hoje em contratos ativos, e ele diz mais sobre confiança do que qualquer promessa nesta página.
Plataforma de mercado cobra licença por mês. Se vender ou não vender, o valor é o mesmo, e o resultado fica sendo problema de quem contratou.
Quando aceitamos um percentual sobre a venda gerada, o nosso ganho passa a depender de a coisa funcionar de verdade na sua operação. É a razão de começarmos sempre por uma frente com retorno mensurável, e de o uso crescer conforme o resultado aparece.
A IA muda de vocabulário e de regra conforme o negócio, e o funcionamento continua o mesmo.
Atende o paciente, qualifica o sintoma, agenda na agenda certa e confirma antes da consulta. Hoje esse fluxo atende mais de 30 clínicas.
Tira dúvida de produto, recupera carrinho e boleto, trabalha a base por segmento e registra tudo no funil do time comercial.
Agenda horário, manda lembrete, remarca quem faltou e reativa quem não aparece há tempo demais.
Responde o aluno, recupera venda que travou no pagamento e oferece o próximo passo para quem terminou.
O primeiro passo não é contrato. É ver a sua conversa real e mostrar o funcionamento em cima dela.
Conversa com um sócio para entender o funil, o volume e onde a venda escapa.
Você conversa com a IA treinada no seu negócio, e não com um exemplo pronto.
Integração com o seu sistema, regras da operação e entrada com parte do tráfego.
Uso real acompanhado, com ajuste conforme as conversas aparecem.
A maior parte das plataformas resolve bem o atendimento de quem escreveu primeiro. O que costuma faltar é o outro lado: procurar quem não escreveu, voltar na data que o cliente marcou, trabalhar a base parada por segmento e consultar o seu sistema antes de responder. É esse pedaço que construímos.
É a preocupação mais comum, e a nossa melhor resposta é o que aconteceu num kartódromo que atendemos: um cliente reclamou do atendimento humano na recepção e depois voltou para elogiar a IA. Por lá, 95% das respostas elogiam tempo e qualidade. O que afasta cliente é demora e resposta errada, não a natureza de quem respondeu.
É por isso que não vendemos plataforma pronta. A IA aprende o seu produto, a sua regra e o seu jeito de falar, e consulta o seu sistema para responder com dado real. Já construímos para ótica, clínica, kartódromo, farmácia de manipulação e loja de acessórios, que são operações sem quase nada em comum.
Em boa parte dos contratos ativos, parte da nossa remuneração é um percentual sobre a venda que a IA gera. Se ela não vender, a gente não ganha essa parte. É o desenho que faz mais sentido quando o fornecedor acredita no que está entregando, e depende do caso, do volume e do desenho combinado.
Quando o volume de conversa é baixo o bastante para uma pessoa dar conta com qualidade, e não existe base para trabalhar nem venda recorrente para recuperar. Nesse caso a gente fala isso na primeira conversa.
Uma conversa de 60 minutos com um sócio para entender onde a venda escapa hoje. Depois disso, você conversa com uma IA treinada no seu negócio.
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