Construímos trabalhadores digitais que recebem o documento do candidato, leem, preenchem a ficha cadastral no seu sistema e mandam o contrato para assinatura. Sem trocar o ERP de folha e sem redigitação.
A maior parte das empresas que atendemos já tinha alguma plataforma de RH contratada. O sistema resolve o cadastro e o arquivo. O que sobra é exatamente a parte que consome o time.
O candidato manda no WhatsApp e alguém do time redigita no sistema.
Os dados exigidos pelo eSocial são preenchidos a cada admissão.
Falta um campo, e o processo para até alguém lembrar de cobrar.
O evento tem data para ser enviado, e o atraso vira multa.
Fricção demais no início, e a pessoa some antes de assinar.
Sem painel, o acompanhamento vira planilha paralela e cobrança no grupo.
O que foi cadastrado num lugar é digitado de novo no outro.
RG e CPF circulando em conversa e pasta compartilhada, sob a LGPD.
O RH cadastra a pessoa e acompanha por um painel. O resto do caminho o trabalhador digital percorre sozinho, e chama o time quando precisa de decisão.
Nome, CPF e telefone. A partir daí o acompanhamento acontece por um painel que mostra em que etapa cada candidato está e o que falta.
O candidato recebe a mensagem no canal que ele já usa e envia os documentos ali mesmo, sem instalar aplicativo e sem criar senha.
A leitura extrai os dados e preenche a ficha cadastral. Quando algum campo não pode ser extraído do documento, o candidato recebe um link curto pedindo apenas o que falta.
A ficha chega pronta para revisão, com os documentos ao lado. A pessoa do RH valida em vez de digitar.
A ficha aprovada vai para o seu ERP por integração, e o contrato segue para assinatura eletrônica junto do kit admissional.
Não substituímos o sistema de folha e não pedimos migração de base. O trabalhador digital ocupa o espaço entre o candidato e o seu ERP, que é justamente onde hoje existe uma pessoa digitando.
Uma admissão movimenta RG, CPF, comprovante de residência, dados de dependêntes e informação de saúde. Sob a LGPD, isso exige base legal, prazo de retenção e controle de quem acessa.
O documento deixa de circular em conversa de grupo e pasta compartilhada. Fica no fluxo, com registro de acesso, e some do canal do candidato quando cumpre a finalidade. A política de retenção é definida com o seu jurídico durante a construção.
Os números abaixo vieram do mapeamento de uma operação real durante o diagnóstico. Servem para dimensionar, não como promessa de resultado.
Oito mil celetistas na base e cerca de 400 admissões por mês.
Aproximadamente 250 campos exigidos pelo eSocial preenchidos a cada admissão, com 20 pessoas envolvidas no fluxo.
Das 50 atividades mapeadas no processo pelo próprio RH, 18% tinham algum apoio de tecnologia.
A empresa já tinha duas plataformas de RH contratadas quando mapeou o processo. O gargalo não estava na falta de sistema.
Estava no espaço entre eles: o documento que chega de um jeito e precisa entrar no outro, sempre por uma pessoa.
É esse espaço que o trabalhador digital ocupa.
O primeiro passo não é contrato. É entender o seu fluxo e mostrar o funcionamento em cima dele.
Conversa de 60 minutos com um sócio para mapear o fluxo atual e onde o tempo se concentra.
Prova aplicada ao seu processo e aos seus documentos, não a um exemplo genérico.
Integração com o ERP de folha, regras da sua operação e implantação com o time.
Uso real acompanhado, com ajuste do que aparecer na rotina.
Na maior parte das vezes o sistema resolve o cadastro, o arquivo e a folha. O que ele não resolve é o caminho até lá: receber o documento do jeito que o candidato manda, extrair os dados, preencher a ficha e devolver para conferência. Esse trecho costuma continuar sendo feito por uma pessoa, e é exatamente onde entramos.
Não. A integração acontece por API com o sistema que vocês já usam, e a ficha aprovada entra lá como entraria se fosse digitada. Quando o ERP é próprio ou não tem API disponível, isso aparece no diagnóstico e o caminho técnico é definido antes de qualquer proposta.
O que define não é o volume absoluto, é quanto retrabalho existe por admissão. Uma empresa que admite 30 pessoas por mês com muita ida e volta por documento faltante pode ter mais ganho que uma que admite 200 com processo redondo. Isso a gente mede no diagnóstico.
O fluxo acontece no WhatsApp, que é onde ele já está, sem instalar aplicativo nem criar senha. Quando falta algum dado que não dá para tirar do documento, ele recebe um link curto pedindo só aquilo.
Documento de admissão é dado pessoal sensível sob a LGPD. O material fica no fluxo com registro de acesso, em vez de circular em conversa e pasta compartilhada, e a política de retenção é definida junto com o seu jurídico.
Sim, e costuma ser o melhor caminho. Começar pela coleta de documentos e pelo preenchimento da ficha já devolve a maior parte do tempo, e a assinatura e as integrações entram depois.
Departamento pessoal, avaliação, recrutamento e integração seguem a mesma lógica.
Uma conversa de 60 minutos com um sócio para mapear onde o tempo está indo. Sem compromisso e sem apresentação comercial.
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