Pessoas e departamento pessoal

O RH foi contratado para cuidar de gente.
E passa o mês conferindo documento.

Admissão, ficha, ponto, férias, avaliação. São processos com regra clara e volume alto, que consomem o time que deveria estar em contratação, desenvolvimento e retenção.

Falar sobre o seu RH Ver as frentes
Onde entra
Sobre o seu sistema de RH
Frentes mapeadas
Seis
Primeira demonstração
2 a 5 dias
O problema

Onde o mês do RH vai embora

Quase sempre existe sistema de RH contratado. O que sobra é o trabalho que acontece em volta dele, e que ninguém consegue mostrar num relatório.

Documento que chega de qualquer jeito

Foto no WhatsApp, PDF por e-mail, papel na mesa. Alguém organiza e digita.

O mesmo dado em três sistemas

Cadastro, folha e ponto pedem a mesma informação, e cada um recebe na mão.

Prazo legal correndo por fora

Evento do eSocial, exame periódico e vencimento de contrato dependem de alguém lembrar.

Avaliação que vira planilha

O ciclo é montado, distribuído e consolidado a mão, e chega tarde demais para decidir.

Triagem de currículo no olho

Centenas de inscrições para uma vaga, lidas por quem também tem outras dez tarefas.

Pergunta repetida o dia inteiro

Saldo de férias, holerite, benefício. A mesma dúvida, de pessoas diferentes, toda semana.

As frentes

Seis lugares onde entra um trabalhador digital

São as frentes que mais aparecem quando mapeamos um RH. Não precisam ser feitas juntas, e quase nunca são.

01

Admissão e documentos

Coleta pelo WhatsApp, leitura do documento, ficha cadastral preenchida e contrato para assinatura, sem redigitação.

02

Departamento pessoal

Ponto, férias, afastamento e desligamento com prazo acompanhado e documento gerado no momento certo.

03

Avaliação de desempenho

Ciclo montado, distribuído e consolidado sozinho, com o resultado chegando enquanto ainda dá para agir.

04

Recrutamento e triagem

Currículo lido e comparado com o que a vaga exige, para o time entrevistar em vez de filtrar.

05

Integração de quem entra

Os primeiros dias acompanhados, com material, prazo e pendência sem depender de alguém lembrar.

06

Dúvidas do time

Férias, holerite e benefício respondidos na hora, com a informação vindo do próprio sistema.

A pergunta que sempre aparece

Automatizar sem esfriar

É a objeção mais comum quando o assunto é RH, e ela é justa. Ninguém quer virar a empresa onde a pessoa é atendida por um robô no primeiro dia.

O que a máquina assume

Coletar documento, conferir dado, preencher campo, checar prazo, lembrar de pendência e responder a pergunta que tem resposta única.

São tarefas onde não existe julgamento, e onde o erro humano vem de cansaço e repetição, não de falta de competência.

O que continua com gente

Entrevista, feedback, conversa difícil, decisão sobre promoção, desligamento e tudo que envolve avaliar uma pessoa.

O objetivo é devolver tempo justamente para isso. Um RH que passa o mês conferindo documento não está sendo mais humano, está sendo mais ocupado.

Por onde começar

A ordem que costuma dar mais retorno

Automatizar o RH inteiro de uma vez é a forma mais comum de não terminar nada. A sequência abaixo funciona na maior parte dos casos.

1

Comece pela admissão

É o processo com mais volume, mais campos repetidos e prazo legal correndo. O ganho aparece já no primeiro mês e é fácil de medir, porque dá para contar quantas admissões passaram e quanto tempo cada uma levava.

2

Depois o que se repete todo mês

Ponto, férias e documento de departamento pessoal seguem calendário e regra fixa. Depois da admissão o caminho já está aberto, porque a integração com o sistema de folha foi feita.

3

Por último o que depende de dado bom

Avaliação de desempenho e indicadores de gente só ficam confiáveis quando o cadastro está correto. Fazer antes é montar um painel bonito sobre dado ruim.

Integração

Não trocamos o seu sistema de RH

A folha continua onde está e o dado oficial continua sendo o dele. O trabalhador digital ocupa o trecho entre a pessoa e o sistema, que hoje é percorrido por alguém do time.

TOTVS RM LG lugar de gente Senior Sankhya Assinatura eletrônica ERP próprio
Dados das pessoas

RH trabalha com o dado mais sensível que existe

Documento pessoal, dado de dependente, informação de saúde e avaliação de desempenho. Sob a LGPD, cada um tem base legal, prazo de retenção e controle de acesso próprios.

O material deixa de circular em conversa de grupo e pasta compartilhada, e passa a viver no fluxo com registro de quem acessou o quê. A política de retenção é definida junto com o seu jurídico durante a construção.

Como começa

Quatro fases até estar operando

O primeiro passo não é contrato. É entender o seu fluxo e mostrar o funcionamento em cima dele.

60 MIN

Discovery

Conversa de 60 minutos com um sócio para mapear onde o time gasta o mês.

2 A 5 DIAS

Demonstração

Prova aplicada ao seu processo, não a um exemplo genérico.

1 A 3 SEMANAS

Construção

Integração com o sistema de folha, regras da sua operação e implantação.

30 DIAS

Validação

Uso real acompanhado, com ajuste do que aparecer na rotina.

Perguntas

O que costumam perguntar

Isso não vai deixar o RH frio?

O que sai da mão do time é conferência de documento, preenchimento de campo e controle de prazo. Entrevista, feedback e decisão sobre pessoas continuam sendo feitos por gente. A intenção é devolver tempo para essa parte, que hoje fica espremida entre tarefas administrativas.

Já temos sistema de RH. Isso substitui?

Não substitui e não pede migração de base. O sistema continua sendo onde o dado oficial mora. O que construímos ocupa o caminho até ele, que costuma ser percorrido por uma pessoa copiando informação de um lugar para outro.

Por onde a gente deveria começar?

Quase sempre pela admissão, porque tem volume, regra clara e prazo legal. Mas isso depende do seu número, e é o que o diagnóstico existe para responder.

E a segurança dos dados das pessoas?

RH lida com documento pessoal, dado de dependente e informação de saúde, que a LGPD trata como sensíveis. O material fica no fluxo com registro de acesso, e a política de retenção é definida com o seu jurídico.

Quando isso não faz sentido?

Quando o time é pequeno o bastante para que uma pessoa dê conta sem retrabalho, ou quando já existe um sistema de prateleira atendendo bem o processo. Nesses casos a gente fala isso na primeira conversa.

Vamos mapear o seu RH

Uma conversa de 60 minutos com um sócio para entender onde o time gasta o mês e qual frente vale começar. Sem compromisso e sem apresentação comercial.

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