Câmeras e visão computacional

As câmeras já estão lá.
Ninguém consegue olhar todas.

O padrão que encontramos é sempre o mesmo: dezenas de câmeras instaladas, uma pessoa acompanhando um telão, e a gravação servindo para rever o que já aconteceu. Visão computacional é o que faz essa câmera avisar na hora, em vez de virar prova depois.

Falar sobre as suas câmeras Ver as frentes
Onde entra
Nas câmeras que você já tem
O que muda
De gravação para alerta
Primeira demonstração
2 a 5 dias
O problema

Câmera que ninguém olha é custo, não controle

O investimento em câmera já foi feito na maioria das operações que atendemos. O que não foi feito é o que transforma imagem em decisão, e aí o sistema todo funciona só para trás.

Uma pessoa e um telão

O monitoramento depende de alguém olhando muitas câmeras ao mesmo tempo. Não escala, cansa, e o que passa despercebido não deixa registro.

A gravação só serve depois

Quando alguém vai ver a imagem, o incidente já aconteceu. A câmera vira documento de investigação, e não instrumento de prevenção.

EPI conferido por amostragem

Capacete, colete e proteção são checados quando alguém passa e olha. A conferência real, de todo mundo e o tempo todo, não existe.

O apontamento não bate com a imagem

O registro de produção diz uma coisa e a câmera mostra outra. Como conferir dá trabalho, quase nunca se confere.

Produtividade por turno é impressão

Sem contar o que de fato aconteceu em cada turno, comparar equipes vira discussão sem número em cima da mesa.

Alerta que chega para todo lado

Onde já existe alguma detecção, o excesso de aviso falso ensina o time a ignorar, e aí o alerta que importa também é ignorado.

Como funciona

Não trocamos as suas câmeras

A pergunta que mais recebemos é se vai ser preciso trocar as câmeras. Na maior parte dos casos, não: as que já estão instaladas servem. O que costuma entrar é um equipamento de processamento no local, e só ele.

1

Lemos o vídeo de onde ele já está

Câmera IP de qualquer marca razoável entrega o vídeo por um protocolo padrão, e é dali que a leitura acontece. O gravador que você já tem continua sendo o gravador.

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O que costuma precisar entrar

Um equipamento de processamento no local, perto das câmeras. É o que permite analisar a imagem sem subir vídeo o tempo todo, e é o único item de hardware que a maioria dos projetos acrescenta. Quantas câmeras ele atende depende do que se quer detectar, e isso sai do diagnóstico com número, não com estimativa.

3

Definimos o que é evento, com o seu time

Esta é a etapa que decide se o projeto funciona. O que conta como falta de EPI, o que é área restrita, o que é parada anormal. Regra vaga produz alarme falso, e alarme falso mata o projeto em duas semanas.

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O alerta vai para quem pode agir

De nada adianta detectar e mandar para um painel que ninguém abre. O evento chega em quem tem como fazer alguma coisa, no canal que essa pessoa já usa.

As frentes

Onde a câmera vira decisão

Nenhuma operação faz tudo isso de uma vez, e tentar é a forma mais comum de não terminar nada. Começa por uma, com regra clara.

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Uso de EPI

Capacete, colete e proteção conferidos de forma contínua, não por amostragem, com registro do que foi observado.

02

Área restrita e circulação

Pessoa onde não deveria estar, ou circulando perto de equipamento em operação, com aviso enquanto dá para intervir.

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Produtividade por turno

O que de fato aconteceu em cada turno, contado a partir da imagem, para comparar equipe e frente de trabalho com número.

04

Conferência do apontamento

O que foi registrado no sistema comparado com o que a câmera viu, para achar a diferença antes que ela vire fechamento errado.

05

Parada e ociosidade

Equipamento ou posto parado além do previsto, com registro do quando e por quanto tempo, em vez de relato no fim do dia.

06

Qualidade e conformidade visual

Produto, carga ou montagem conferidos contra o padrão esperado, no ponto do processo em que ainda dá para corrigir.

Um aviso honesto

Câmera vê pessoa, e isso tem consequência

Monitorar ambiente com pessoas dentro não é um problema técnico, é um problema de conduta e de LGPD. Duas coisas que tratamos desde a primeira conversa, e não no fim do projeto.

O que o sistema deve responder

A leitura é sobre o evento, não sobre a pessoa. "Houve circulação em área restrita" é diferente de "fulano circulou". A primeira melhora a operação; a segunda cria um problema que você não tinha.

O que combinamos antes de começar

Quem tem acesso à imagem, por quanto tempo o registro fica guardado, o que é anonimizado e como o time é comunicado de que aquilo existe. Sem isso, o projeto vira um passivo.

Perguntas

O que costumam perguntar

Preciso trocar minhas câmeras?

Na maior parte dos casos, não. Câmera IP com protocolo padrão resolve. Onde a imagem é ruim demais para o que se quer detectar, a troca fica restrita aos pontos que importam, e isso aparece já na demonstração, não depois do contrato.

Funciona sem internet boa no local?

Funciona, e em operação industrial costuma ser a melhor arquitetura mesmo com internet boa: o processamento acontece perto da câmera e só o evento sobe, em vez de subir vídeo o tempo todo.

E quando dá alarme falso?

Vai dar, principalmente nas primeiras semanas. Por isso a fase de validação existe e por isso a regra é definida com quem opera. O número que interessa acompanhar não é o de detecções, é o de alertas que levaram alguém a fazer alguma coisa.

Isso substitui o time de segurança do trabalho?

Não, e projeto vendido assim costuma fracassar. O sistema olha o que uma pessoa não tem como olhar o tempo todo e chama quem decide. A decisão continua sendo de quem conhece a operação.

Quando isso não faz sentido?

Quando são poucas câmeras num espaço pequeno e alguém já dá conta de olhar. E quando o que se quer detectar depende de contexto que a imagem não carrega: nesses casos a resposta certa é sensor ou sistema, não câmera.

Vamos olhar as suas câmeras

Uma conversa com um sócio para entender quantas câmeras você tem, o que elas cobrem hoje e qual frente vale começar. Sem compromisso e sem apresentação comercial.

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